Oficina de Roteiro

23 a 27/11 de Novembro de 2020 - 09 às 11hrs

Oficina de Roteiro

Introdução aos elementos básicos da elaboração do roteiro cinematográfico. Em encontros virtuais, teóricos e práticos, a oficina pretende proporcionar o entendimento da função dos mais variados elementos do roteiro, de modo que todo participante seja capaz de identificar tais elementos nos filmes, bem como criá-los de forma orgânica.


Dia 1

– O roteiro como ferramenta fundamental de criação de um filme


Dia 2

– Criando personagens


Dia 3

– Desenvolvendo os diálogos, encontrando o ritmo


Dia 4

– Atividade prática de escritura de roteiro


Dia 5

– Atividade prática de escritura de roteiro

 

   

Referências Bibliográfica:

Sobre a história do estilo cinematográfico, David Bordwell (Editora Unicamp, 2016)

Manual do Roteiro, de Syd Field (Editora Objetiva, 2001)

Teoria e prática do roteiro, de David Howard & Edward Mabley (Editora Globo,
2006)

Roteiro de Cinema e Televisão, de Flávio de Campos (Editora Zahar, 2011)

Da Criação ao roteiro, de Doc Comparato (editora Summus Editorial, 2009)

Manual de Roteiro, de Leandro Saraiva e Newton Cannito (Editora Conrad,
2004)

A narrativa cinematográfica, Andre GAUDREAULT e François Jost (Editora
UNB)

O Argumento Cinematográfico, de Dominique Parent-Altier (Editora Texto e
Grafia, 2009)

   

 

De pais e avós baianos, Cláudio Marques nasceu em 1970, em Campinas, São Paulo.
Mora em Salvador, definitivamente, desde 1982.
Em 2019, Cláudio Marques celebrou vinte e três anos dedicados exclusivamente ao
cinema. Iniciando pela critica, Cláudio colaborou com os jornais A Tarde, Tribuna da Bahia
e Correio da Bahia, alem de ter criado o tablóide Coisa de Cinema. O jornal, surgido em
1995, chegou a circular em cinco capitais (Salvador, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e
Porto Alegre), com tiragem mensal de 70 mil exemplares.
Cláudio idealizou e coordena até hoje o Panorama Internacional Coisa de Cinema, um
dos mais importantes da nova geração de festivais de cinema do país e que se encontra
na décima quarta edição. O Panorama exibiu, em 2018, 128 filmes, entre brasileiros e
estrangeiros, curtas e longas. 18 mil pessoas tomaram parte do evento.
Desde 2008, Cláudio programa e coordena o Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha,
projeto idealizado por ele e que funciona em pleno Centro Histórico de Salvador. Trata-se
da reforma de um dos mais antigos e importantes cinemas da história da capital baiana. O
pequeno complexo possui quatro modernas salas, café, livraria e restaurante.
Cláudio produziu, dirigiu, montou e roteirizou sete curtas, que foram selecionados para
mais de 200 festivais, alem de ganharem 52 prêmios. Carreto e Nego Fugido são os dois
curtas mais premiados de Cláudio. Todos os curtas foram co-dirigidos com Marília
Hughes.
Depois da Chuva, co-dirigido com Marília Hughes, foi o seu primeiro longa metragem.
Considerado pelo critico Sérgio Alpendre, da Folha de São Paulo, como o melhor filme
brasileiro da nova geração dos últimos dez anos, Depois da Chuva foi selecionado para
32 festivais e ganhou 12 prêmios, incluindo os do Festival de Brasília do Cinema

Brasileiro (Melhor Ator, Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora) e do Harlem Film Festival,
em Nova Iorque (Melhor Filme). A estréia internacional do filme foi no Festival de
Rotterdam. Depois da Chuva foi exibido, também, na Cinemateca da França, em Paris,
dentro de mostra dedicada ao cinema brasileiro de todos os tempos.
A Cidade do Futuro, também co-dirigido pela dupla, foi selecionado para 42 festivais de
cinema pelo mundo, sendo eleito o Melhor Filme Latino no BAFICI, em Buenos Aires.
Trata-se de um dos mais importantes festivais dedicados ao cinema independente do
mundo. A Folha de São Paulo, no momento do lançamento do filme, deu cinco estrelas
para o longa, em 2015.
Dotado de vasta experiência graças à forte noção de empreendedorismo em diversos
setores do audiovisual (critica, exibição, distribuição e realização), Cláudio possui ampla
experiência no mercado cinematográfico.